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Programas de Avaliação Genética de Ovinos

Uma das ferramentas necessárias para se mudar o cenário da ovinocultura brasileira, deixando os “achismos” de lado, profissionalizando-se.

Muito se ouve falar de Melhoramento Genético em pecuária, o que significa progredir em características zootécnicas de interesse para uma determinada espécie, mas, como fazê-lo? As palavras de ordem são SELEÇÃO e DESCARTE.

Características zootécnicas de interesse são índices ou medidas obtidas no rebanho e/ou em cada indivíduo, que serão utilizadas para a comparação do indivíduo frente ao rebanho, seja ele o rebanho residente ou de uma população maior – e através dessa comparação é que se tem o embasamento para se realizar a SELEÇÃO – apontando aqueles animais que merecem permanecer no rebanho – e o DESCARTE – apontando aqueles animais que devem ser eliminados do rebanho.

Como fazer tais comparações de forma adequada, minimizando os efeitos de nutrição, manejo, clima, e principalmente eliminando o efeito do “olho do dono” – que sempre esta achando que aquela ovelha é bonitinha e não merece ser descartada – é através do uso de Programas de Avaliação Genética.

Cabe aqui um parênteses para esclarecer uma fórmula matemática utilizada em Melhoramento Genético que resume algo um tanto quanto mais complexo, que diz:

Fenótipo = Genótipo + Ambiente, ou seja, as características zootécnicas (Fenótipo) são decorrentes da somatória do genótipo (o potencial genético de cada indivíduo, proveniente do seu conjunto de genes passados de geração para geração), com os efeitos do meio ambiente (manejo, nutrição, clima e outros). Neste contexto, traduz-se Programa de Avaliação Genética como uma ferramenta matemática que mede os aspectos zootécnicos de interesse (fenótipo) que são provenientes apenas do genótipo, já que os efeitos de ambiente foram anulados.

Falando parece simples, mas foram desenhados modelos matemáticos bastante complexos, capazes de equilibrar os efeitos de ambiente na comparação entre indivíduos de diversos rebanhos, mas a complexidade fica a cargo dos técnicos responsáveis ao desenvolvimento e gerenciamento destes programas, aos criadores fica apenas a responsabilidade de participação e do usufruto dos resultados. Em outras palavras, os Programas medem o quanto do fenótipo é proveniente do genótipo, e assim pode-se manter ou melhorar o fenótipo pretendido naquele rebanho.

As características zootécnicas geralmente avaliadas pelos Programas de Avaliação Genética são: Peso ao Nascimento, Peso aos 45 ou 60 dias (desmama), Peso aos 90, 120 ou 180 dias (peso abate), Peso aos 270 dias (peso animal adulto), Circunferência Escrotal, Resistência à Verminose, Parto Gemelar (prolificidade), Habilidade Materna, Escore de Musculosidade e Escore de Carcaça.

Para o perfeito desenvolvimento dos Programas as propriedades participantes passam por etapas de:

a) Implantação do Sistema – onde se realizam atividades como preenchimento do Questionário Informativo; orientação e treinamento aos funcionários e responsáveis pelo rebanho; Identificação individual e Cadastramento Inicial de rebanho; Levantamento de informações zootécnicas (genealogia, informações reprodutivas, etc); Formação e Identificação de lotes de manejo e grupos de contemporâneos; Anotações zootécnicas, pesagens e coleta de dados;

b) Identificação de características gerais do sistema de produção;

c) Estabelecimento de cronograma de levantamento e entrega de dados;

d) Inspeções Técnicas Obrigatórias – visitas de técnico credenciado que realizará atividades como: o acompanhamento OBRIGATÓRIO de pesagens anuais; novos treinamentos e assessoria ao criador no processo de melhoramento genético do rebanho.

e) Coleta de Dados – são as rotinas obrigatórias a coleta de informações (características zootécnicas); preenchimento das planilhas; a alimentação do software de gestão do rebanho com os dados coletados;

f) Envio de informações coletadas ao banco de dados.

As Avaliações Genéticas propriamente ditas são geradas com periodicidade anual, semestral ou quadrimestral, onde se calcula os índices matemáticos e estatísticos gerados pelos Programas de Avaliação Genética, sendo eles:

a) DEP - Diferença Esperada na Progênie – índice gerado para cada uma das características zootécnicas de interesse, podendo ser considerada a Moeda dos Programas de Avaliação Genética. São os indicadores do valor genético, que expressam a capacidade de transmissão genética do progenitor (pai ou mãe) a sua progênie. As DEPs que podem ser calculadas são: DEP Peso ao Nascimento, DEP Peso a desmama (45 ou 60 dias), DEP peso ao abate (90, 120 ou 180 dias), DEP peso adulto (270 dias), DEP Circunferência Escrotal, DEP Resistência à Verminose, DEP Parto Gemelar, DEP Habilidade Materna ou Materno Total, entre outras.

Como interpretá-la?

No exemplo, dois reprodutores são utilizados em um rebanho. O reprodutor “A” tem DEP de Peso aos 120 dias de 1.500g e o reprodutor “B” tem DEP de Peso aos 120 dias de 1.000g negativos. Como a diferença entre as suas DEPs é de 2.500 g, se estes reprodutores forem utilizados em matrizes de um rebanho avaliado, a média de peso dos filhos do reprodutor “A” será 2.500 g mais pesada que a média de peso dos filhos do reprodutor “B”, quando eles estiverem com 120 dias de idade.

b) IMGT – Índice Mérito Genético Total – é um índice geral, calculado como uma média ponderada que reúne todas (ou as principais) DEPs, mostrando o equilíbrio genético do progenitor frente a sua progênie, para todas as características zootécnicas avaliadas.

c) TOP % - Agrupamento em grupos em relação a uma DEP – classificação em grupo de progenitores frente a uma DEP específica. O progenitor se classifica entre os 10, 5, 3 e 1% melhores progenitores, dentre todos os avaliados, para uma determinada DEP. A exemplo: quando nos referimos a um reprodutor como TOP 3% para Peso ao desmame, significa que o progenitor está entre os 3% melhores progenitores para DEP de peso ao desmame.

O agrupamento dessas informações gera o que denominamos de Sumário – uma publicação de periodicidade semelhante a das avaliações genéticas, que resume e classifica os animais avaliados frente a cada uma das características zootécnicas. Em posse desses índices, o criador participante de um Programa de Avaliação Genética tem uma ferramenta objetiva em mãos, possibilitando:

  • Seleção dos melhores animais para ficar no plantel;
  • Descartar os piores animais;
  • Utilizar os melhores machos, ou utilizar machos que corrijam bem determinadas características para um determinado grupo de matrizes que é deficiente nestas características – uso de reprodutores ou sêmen de reprodutores provados;
  • Acasalamentos inteligentes, dirigidos de acordo com os objetivos genéticos do criador;
  • Com o uso dos filtros disponíveis nos relatórios, é possível agrupar os animais da forma que desejar, e usar esta informação no melhoramento genético do plantel;
  • Marketing do Plantel e de animais específicos.

    Cabe mencionar ainda, que existem outras ferramentas que, aliadas, podem agilizar ainda mais o progresso no Melhoramento Genético dos rebanhos, fato muito importante para o cenário nacional atual. Destas ferramentas, talvez a mais importante seja o emprego das biotecnologias da reprodução, particularmente da Inseminação Artificial, como um eficiente e ágil método de disseminação de genes numa população. Aliando-se a SELEÇÃO – realizada nos Programas de Avaliação Genética – com a Democratização da genética superior selecionada – realizada através da disponibilização de material genético (sêmen) em larga escala, os avanços em melhoramento genético animal são muito mais ágeis.

    O cenário ideal será aquele onde as Centrais disponibilizem sêmen de Reprodutores Provados – reprodutores com DEP positiva para as características zootécnicas de interesse. O custo benefício do emprego da Inseminação Artificial tornará muito mais atrativo, havendo a possibilidade de direcionamento de acasalamentos com muito mais propriedade – a busca do reprodutor que corrija os defeitos de cada matriz ou de um grupo delas.

    Esse cenário não está tão distante de nossa realidade, atualmente no Brasil já existem alguns programas de avaliação genética em andamento – de raças como a Santa Inês (ASCO/USP, Proag Brasil, entre outros) e a raça Texel (TOPTexel) – e destes programas já existem doadores com sêmen disponível no mercado. Esse já é o cenário atual na pecuária bovina – os criadores já estão profissionalizados, buscando a aquisição de material genético para o progresso genético dos rebanhos, via sêmen de reprodutores provados.

    A exemplo da bovinocultura, o Brasil também tem potencial para se tornar o maior produtor e exportador de carne ovina – um árduo trabalho pela frente. Atualmente, temos um déficit de produção de carne de ovinos superior a 32mil toneladas de carne ao ano, segundo dados oficiais da CNA (2006), e isso é reflexo de uma cadeia produtiva desorganizada e produtores pouco eficientes, o que reflete o cenário da bovinocultura brasileira dos anos 70. Não será preciso gastar os mesmos 40 anos de tropeços e acertos da história da bovinocultura brasileira, para a conquista desse espaço na ovinocultura.

    A ovinocultura brasileira pode pular degraus nessa escada já garimpada antes, encurtando o intervalo de tempo necessário para colocar o Brasil num cenário de auto-suficiência e exportador de carne ovina. Uma forma de pularmos degraus é melhorar a eficiência produtiva dos nossos rebanhos, e aqui coloco o importante papel dos produtores, que devem acreditar no potencial do segmento e investir em melhorias de produtividade e qualidade de produto, aumentando sua competitividade no mercado. O emprego de ferramentas como Programas de Avaliação Genética é um investimento importante neste contexto.

    Aplicação da DEP em ovinos - Essa palavrinha DEP tem gerado muita dúvida ultimamente, já que tem estado cada vez mais presente no dia a dia do produtor de ovinos. Muitos já a ouviram, mas poucos sabem o seu significado, sabem de sua importância. A ideia aqui é desmistificá-la.

    DEP é uma sigla do termo - Diferença Esperada na Progênie – mas o que isso quer dizer?

    Considere uma característica zootécnica – a exemplo peso ao nascimento (PN) – um reprodutor com DEP para PN de +1kg – o que isso significa? A resposta é simples, é esperado (com uma bom % de segurança ) que seus filhos (progênie) tenha 1kg a mais que a média do PN dos outros filhos reprodutores avaliados naquele Programa da Avaliação Genética. Dessa forma podemos dizer que as DEPs podem ser consideradas as “moedas” dos Programas de Avaliação Genética. São os indicadores do valor genético, que expressam a capacidade de transmissão genética do progenitor (pai ou mãe) a sua progênie.

    Em ovinocultura as DEPs de interesse geralmente calculadas são: DEP Peso ao Nascimento, DEP Peso a desmama (45 ou 60 dias), DEP peso ao abate (90, 120 ou 180 dias), DEP peso adulto (270 dias), DEP Circunferência Escrotal, DEP Resistência à Verminose, DEP Parto Gemelar, DEP Habilidade Materna ou Materno Total, entre outras.

    Outra forma de interpretar uma DEP é a comparação entre dois reprodutores A e B. No exemplo, os dois reprodutores são utilizados em um rebanho. O reprodutor “A” tem DEP de Peso aos 120 dias de 1.500g e o reprodutor “B” tem DEP de Peso aos 120 dias de 1.000g negativos. Como a diferença entre as suas DEPs é de 2.500 g, se estes reprodutores forem utilizados em matrizes de um rebanho avaliado, a média de peso dos filhos do reprodutor “A” será 2.500g mais pesada que a média de peso dos filhos do reprodutor “B”, quando eles estiverem com 120 dias de idade.

    Entendida a definição, agora é saber para que serve uma DEP, o que se ganha com isso? Primeiramente vamos então abrir um parênteses, frisando sobre o grande objetivo de um produtor – que no final das contas é a geração de comida – seja carne e/ou leite – de forma cada vez mais eficiente e barata. Mesmo que o objetivo do produtor seja venda de matrizes, no final das contas, é carne e/ou leite que ele está vendendo, apenas incluindo um intermediário na cadeia. Nesse contexto podemos dizer que a DEP é uma forma de se obter esses objetivos com maior eficiência. Como? Primeiramente, considere os objetivos de sua propriedade e utilize uma DEP que imprima maior eficiência para se atingir o objetivo – vamos esclarecer no quadro abaixo:

    Fica óbvio então entender o porquê que as DEPs são consideradas “moedas” de programas de avaliação genética – elas são ferramentas para as palavras de ordem do Melhoramento Genético - SELEÇÃO e DESCARTE. A finalidade do Melhoramento Genético é progredir em características zootécnicas de interesse para espécie e isso somente é possível com descarte e seleção. E a utilização das DEPs é a forma de deixarmos os “achismos” de lado – o efeito do “olho do dono” – que sempre está achando que aquela ovelha é bonitinha e não merece ser descartada – é a forma de se comparar adequadamente os animais, pois os efeitos de nutrição, manejo e clima foram minimizados.

    Clique na imagem abaixo para ampliá-la em nova aba ou janela



    Programas de Avaliação Genética com apoio da Top in Life

    Raça Santa Inês

    - Programa de Avaliação Genética da Raça Santa Inês ASCCO/USP
    - PROAG Brasil

    Raça Texel

    - TOPTEXEL

    Por que da Avaliação Genética?

    A Avaliação Genética é uma ferramenta essencial para identificação de animais de genética superior, e ao melhoramento genético do rebanho. Porque utiliza-la?

    - Marketing do Plantel e de animais específicos.
    - Escolha de reprodutores ou sêmen de reprodutores provados.
    - Acasalamentos inteligentes, dirigidos de acordo com os objetivos genéticos do criador.

    Como utilizar a Avaliação Genética?

    Existem índices matemáticos e estatísticos gerados através da avaliação do animal e rebanhos, que serão utilizados para seleção dos melhores indivíduos numa população, sendo eles:

  • DEPs - Diferença Esperada na Progênie – indicadora do valor genético, expressa a capacidade de transmissão genética de um animal avaliado como progenitor (pai ou mãe).

  • igTOPmat – ÍNDICE GENÉTICO TOP IN LIFE MATERNAL –é uma média ponderada que reúne e pontua as DEPs, permitindo uma classificação dos animais mais eficientes para a característica maternal – é o índice de escolha para seleção de reprodutores que produzirão matrizes mais eficientes, mais produtivas.

  • igTOP - ÍNDICE GENÉTICO TOP IN LIFE PARA TERMINAÇÃO – é uma média ponderada que reúne e pontua as DEPs, permitindo uma classificação dos animais mais eficientes para a produção de cordeiros mais precoces e melhor acabados para o abate – é o índice de escolha para seleção de reprodutores que produzirão animais destinados ao abate.

    Programa de Avaliação Genética da reça Santa Inês ASCCO/USP

    O que é: link com site www.ascco.com.br/sumário

    Como FUNCIONA:

    a. Metodologia Programa ASCCO/USP

    a.1) Implantação do sistema

    - Preenchimento do Questionário Informativo.
    - Doação de software de gerenciamento de rebanho subsidiado pelo MAPA
    - Orientação e Treinamento aos funcionários responsáveis pelo rebanho, proprietários e/ou pessoas indicadas, sobre os seguintes temas:

  • Identificação individual e Cadastramento Inicial de rebanho;
  • Levantamento de informações zootécnicas, tais como genealogia, informações reprodutivas, etc.
  • Formação e Identificação de lotes de manejo e grupos de contemporâneos;
  • Anotações zootécnicas, pesagens e coleta de dados;
  • Orientações básicas sobre o uso de DEPs para o melhoramento genético do rebanho;
  • Identificação de características gerais do sistema de produção;
  • Estabelecimento de cronograma de levantamento e entrega de dados;

    a.2) Inspeções Técnicas Obrigatórias

    - Num total de 3 ao ano, onde um técnico credenciado pela ASCCO realizará as seguintes atividades:

  • Acompanhamento OBRIGATÓRIO de três pesagens anuais
  • Realizar novos treinamentos quando necessário, retomando os temas abordados na implantação do programa

    a.3) Orientações Técnicas

    - São visitas técnicas feitas à propriedade pelo técnico credenciado na ASCCO, com a finalidade de oferecer assessoria ao criador no processo de melhoramento genético do rebanho. Estas visitas não são obrigatórias, e depende do interesse e necessidade de cada um em contratar esta assessoria.

    a.4) Coleta de Dados

    a.4.1) Rotinas Obrigatórias:

    - Peso ao nascimento – deve ser feito em todos os animais nascidos em, no máximo, 24 horas do nascimento;

    - Peso ao desmame – deve ser feito em todos os animais desmamados, no mesmo dia do desmame;

    - Pesagens rotineiras do rebanho entre 1 e 300 dias de idade – no mínimo a cada 60 dias. Intervalos menores que 60 dias para estas pesagens são desejáveis, porém não obrigatórias. Os animais que se encontram nesta faixa etária devem ser pesados independente de terem sido pesados ao nascimento ou ao desmame em data próxima.

    - Medida de Perímetro Escrotal – deve ser feito nos machos acima de 2 meses de idade, juntamente com a pesagem rotineira, a cada 60 dias, e ao desmame.

    - Preenchimento das planilhas - deve ser feito diariamente, acompanhando os acontecimentos rotineiros do rebanho, por um funcionário habilitado.
    São planilhas de preenchimento obrigatório:

  • CADASTRO DE REBANHO – no cadastro inicial e em compras
  • ANOTAÇÃO DE PARTOS
  • DESMAME
  • PESAGENS
  • FAMACHA – Em propriedades que realizam esta prática.
  • COMPRAS
  • SAÍDAS (VENDAS E MORTES)

    -Alimentação do software com os dados coletados – feita por um funcionário da fazenda. Se o proprietário preferir pode contratar os serviços do técnico responsável para fazê-lo.

  • Lançamento de dados e conferência

    - Envio de dados à ASCCO

  • O envio do banco de dados para a Pecuária Brasil Assessoria deve ser feito até o dia 15, nos meses de março, julho e novembro.

    a.5) Avaliação Genética

    - As Avaliações Genéticas são geradas com periodicidade quadrimestral (janeiro / maio / setembro), realizadas na USP/Pirassununga;
    - DEPs calculadas:
  • DEP Peso ao Nascimento
  • DEP Peso aos 60 dias
  • DEP Peso aos 180 dias
  • DEP Peso aos 210 dias
  • DEP Materno Total
  • DEP Musculosidade de Pernil
  • DEP Pelagem

    - Fornecimento das avaliações genéticas em formato eletrônico (planilhas em formato excel e dbf), e através do software PECUÁRIA BRASIL;

    - Acesso às Avaliações Genéticas através do site www.genoss.com.br, via Internet;

    a.6) Custos do Programa

    Programa subsidiado pelo MAPA. Participante arca com custos da visita do técnico apenas (a combinar com o técnico de cada região. Recomenda-se o aproveitamento da visita do técnico da ARCO a propriedade, reduzindo os custos ao participante.

    Software de Gerenciamento de Rebanho Ovino – doado ao participante. Subsidio do MAPA aos participantes do Programa.

    Implantação do Sistema – isento.

    Inspeções Técnicas – feitas pelo Técnico credenciado pela ASCCO. Valor – diária técnica (a combinar com o técnico) mais despesas de deslocamento, hospedagem e alimentação. É paga diretamente ao técnico.

    Orientação técnica no melhoramento genético do rebanho – realizada pelo técnico da ASCCO, de acordo com a necessidade do criador.

    a.7) Cortesia - a Central Top in Life fecharam uma parceria, visando a avaliação genética de seus doadores de sêmen, animais da raça Santa Inês que estejam em regime de coleta na Central. Colocaremos a disposição 300 doses de sêmen/ano de cada reprodutor em avaliação, que serão distribuídas com custo de R$4,00/dose entre os participantes.

    OBS: A distribuição das doses de sêmen seguirá a ordem de interesse e procura por parte dos participantes, até o final do estoque de doses destinadas ao Programa daquele ano vigente.

    O interessado é responsável pelos custos de envio das doses.

    PROAG BRASIL e/ou TOP Texel

    a. Como funciona:

    b. PROAG BRASIL – Programa de Avaliação Genética de Ovinos

    Programa administrado pela empresa Pecuária Brasil Assessoria
    Certificado pelo Protocolo GENOSS, garantindo padrão de qualidade
    Avaliações geradas pelo Centro Técnico de Avaliação Genética (CTAG) que é responsável pelos programas de avaliação genética de Bovinos PMGRN, PMGRB, PAGRG, além de outros na América do Sul e Central.

    O criador participante do PROAG BRASIL terá à sua disposição a avaliação genética de todos os animais do seu plantel, sejam machos, fêmeas, adultos ou jovens. Com esta ferramenta em mãos, podem selecionar os melhores animais para ficar no plantel, descartar os piores, utilizar os melhores machos, ou utilizar machos que corrijam bem determinadas características para um determinado grupo de matrizes que é deficiente nestas características. Com o uso dos filtros disponíveis nos relatórios, é possível agrupar os animais da forma que desejar, e usar esta informação no melhoramento genético do plantel.

    FOLDER 1

    B. Como Participar

    B.1) IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA

    - Preenchimento do Questionário Informativo.
    - Orientação e Treinamento aos funcionários responsáveis pelo rebanho, proprietários e/ou pessoas indicadas, sobre os seguintes temas:

  • Identificação individual e Cadastramento Inicial de rebanho;
  • Levantamento de informações zootécnicas, tais como genealogia, informações reprodutivas, etc.
  • Formação e Identificação de lotes de manejo e grupos de contemporâneos;
  • Anotações zootécnicas, pesagens e coleta de dados;
  • Orientações básicas sobre o uso de DEPs para o melhoramento genético do rebanho;
  • Identificação de características gerais do sistema de produção;
  • Estabelecimento de cronograma de levantamento e entrega de dados;


    a.2) INSPEÇÕES TÉCNICAS OBRIGATÓRIAS

    - Num total de 3 ao ano, onde um técnico credenciado pelo PROAG BRASIL realizará as seguintes atividades:
  • Acompanhamento OBRIGATÓRIO de três pesagens anuais
  • Realizar novos treinamentos quando necessário, retomando os temas abordados na implantação do programa
  • Averiguação se a propriedade está atendendo as exigências do Protocolo GENOSS

    a.3) ORIENTAÇÕES TÉCNICAS

    - São visitas técnicas feitas à propriedade pelo técnico credenciado no PORAG BRASIL, com a finalidade de oferecer assessoria ao criador no processo de melhoramento genético do rebanho. Estas visitas não são obrigatórias, e depende do interesse e necessidade de cada um em contratar esta assessoria.

    a.4) COLETA DE DADOS

    a.4.1) Rotinas Obrigatórias:

    - Peso ao nascimento – deve ser feito em todos os animais nascidos em, no máximo, 24 horas do nascimento;

    - Peso ao desmame – deve ser feito em todos os animais desmamados, no mesmo dia do desmame;

    - Pesagens rotineiras do rebanho entre 1 e 300 dias de idade – no mínimo a cada 60 dias. Intervalos menores que 60 dias para estas pesagens são desejáveis, porém não obrigatórias. Os animais que se encontram nesta faixa etária devem ser pesados independente de terem sido pesados ao nascimento ou ao desmame em data próxima.

    - Medida de Perímetro Escrotal – deve ser feito nos machos acima de 2 meses de idade, juntamente com a pesagem rotineira, a cada 60 dias, e ao desmame.

    - Preenchimento das planilhas - deve ser feito diariamente, acompanhando os acontecimentos rotineiros do rebanho, por um funcionário habilitado.
    São planilhas de preenchimento obrigatório:

  • CADASTRO DE REBANHO – no cadastro inicial e em compras
  • ANOTAÇÃO DE PARTOS
  • DESMAME
  • PESAGENS
  • FAMACHA – Em propriedades que realizam esta prática.
  • COMPRAS
  • SAÍDAS (VENDAS E MORTES)

    - Alimentação do software com os dados coletados – feita por um funcionário da fazenda. Se o proprietário preferir pode contratar os serviços do técnico responsável para fazê-lo.
  • Lançamento de dados e conferência

    -Envio de dados à Pecuária Brasil
  • O envio do banco de dados para a Pecuária Brasil Assessoria deve ser feito até o dia 15, nos meses de março, julho e novembro.

    a.5) AVALIAÇÃO GENÉTICA

    - As Avaliações Genéticas são geradas com periodicidade quadrimestral (janeiro / maio / setembro), realizadas no CTAG – Centro Tecnológico de Avaliação Genética;
    - DEPs calculadas:
  • DEP Peso ao Nascimento
  • DEP Peso aos 45 dias
  • DEP Peso aos 90 dias
  • DEP Peso aos 120 dias
  • DEP Peso aos 180 dias
  • DEP Circunferência Escrotal
  • DEP Resistência à Verminose
  • DEP Parto Gemelar

    - Fornecimento das avaliações genéticas em formato eletrônico (planilhas em formato excel e dbf), e através do software PECUÁRIA BRASIL;

    - Acesso às Avaliações Genéticas através do site www.genoss.com.br, via Internet;

    a.6) CUSTOS DO PROGRAMA

    O criador participante do PROAG BRASIL pagará à Pecuária Brasil uma mensalidade para ter o seu rebanho avaliado geneticamente. Além disso, há os custos das visitas técnicas, para realização da implantação do sistema, das inspeções técnicas e para orientações técnicas, como descrito abaixo.

    Mensalidade – cobrada a partir do mês seguinte ao da implantação do PROAG BRASIL. Valor – sob consulta, baseada no número de matrizes ativas (acima de 12 meses de idade). Paga à PECUÁRIA BRASIL ASSESSORIA.

    Software de Gerenciamento de Rebanho Ovino – cobrado a primeira anuidade de R$700,00 e a partir da 2ª anuidade o valor de R$300,00 com direito a suporte técnico e atualizações.

    Implantação do Sistema – feita pelo Técnico do PROAG BRASIL, no início dos trabalhos. Valor – uma diária técnica (a combinar com o técnico) + despesas de deslocamento, hospedagem e alimentação. Normalmente gasta-se um dia para implantar o programa. É paga diretamente ao Técnico.

    Inspeções Técnicas – feitas pelo Técnico credenciado no PROAG BRASIL, em número de 3 ao ano. Valor – diária técnica (a combinar com o técnico) mais despesas de deslocamento, hospedagem e alimentação. É paga diretamente ao técnico.

    Orientação técnica no melhoramento genético do rebanho – feita pelo técnico do PROAG BRASIL, de acordo com a necessidade do criador. Valor – a combinar e paga diretamente ao técnico.

    a.7) CORTESIA

    A Pecuária Brasil e a Central Top in Life fecharam uma parceria para o engrandecimento do PROAG, visando a avaliação genética de seus doadores de sêmen, animais da raça Santa Inês que estejam em regime de coleta na Central.

    Colocaremos a disposição 300 doses de sêmen/ano de cada reprodutor em avaliação, que serão distribuídas gratuitamente entre os participantes do PROAG, seguindo a seguinte condição:

  • No 1º ano o numero máximo de doses a determinado rebanho, fica restrito ao equivalente a até 15% do numero de matrizes participantes do programa
  • No 2º ano o numero máximo de doses a determinado rebanho, fica restrito ao equivalente a até 10% do numero de matrizes participantes do programa
  • No 3º ano o numero máximo de doses a determinado rebanho, fica restrito ao equivalente a até 5% do numero de matrizes participantes do programa

    OBS: A distribuição das doses de sêmen seguirá a ordem de interesse e procura por parte dos participantes do PROAG, até o final do estoque de doses destinadas ao PROAG daquele ano vigente.

    Animais Provados

    Raça Santa Inês – ASCCO/USP

    ENLEVO
    DEBOCHE
    AGROMASA 13ª

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